segunda-feira, 12 de julho de 2010
Brasil produz pouca inovação tecnológica e perde mercado
Vamos contribuir para a mudança desse cenário?
O forte crescimento brasileiro este ano, que pode ser superior a 7%, esconde uma dura realidade: a economia cada vez mais depende de produtos básicos, o que distancia o Brasil das potências tecnológicas. Apesar dos esforços recentes, o País ainda está em posição ruim no ranking mundial de patentes, e o crescimento das pesquisas ocorreu em velocidade menor do que nos países asiáticos, como Coreia do Sul, China e Índia. Especialistas dizem que o Brasil corre o risco de perder oportunidades nas novas fronteiras do conhecimento, caso o próximo presidente não reforce o setor.
O professor Carlos Henrique Brito Cruz, diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), cita números que comprovam que o Brasil não está ganhando posições no ranking mundial da inovação.
Em 1994, o País pediu o registro de 60 patentes no escritório americano de propriedade intelectual (USPTO, na sigla em inglês). No ano passado, foram 106 pedidos. Entretanto, a produção do País, nesses dois momentos, representou apenas 0,06% do total mundial. A Coreia do Sul saltou de uma participação de 0,93% das patentes mundiais em 1994 para 5,24% no ano passado. O mesmo se repetiu com a China, a Espanha, a Rússia e a Índia.
"Há casos bem sucedidos, principalmente em áreas como o agronegócio, em petróleo e aviação, mas o problema da inovação está por se resolver. A pesquisa ainda não é parte da estratégia empresarial brasileira. O Brasil está longe das fronteiras do conhecimento.
E o Governo não tem metas ambiciosas, como ter quatro universidades entre as cem melhores do mundo, ao contrário de apenas uma, atualmente", diz.
De acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) , há 23 empresas que, em 2009, registraram mais patentes globais do que o Brasil. Entre as cem empresas com mais patentes registradas, nenhuma é brasileira. O mesmo se repete no ranking universitário: não há nenhuma instituição nacional entre as 52 mais produtivas do planeta.
Em 2009, pela primeira vez desde os anos 70, seis produtos básicos (soja, farelo, petróleo, açúcar, minério de ferro e carne de frango) responderam por um terço das exportações brasileiras. O peso dos manufaturados nas exportações, que sempre ficava entre 50% e 60% nos anos 90 e 2000, está desde 2007 abaixo de 50% das exportações - fechou 2009 no piso, 44,02%.
Gargalos e câmbio dificultam inovação
O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), Jorge Ávila, reconhece que o País ainda tem uma taxa de inovação abaixo de seu potencial, mas vê mudanças: "O Brasil está no time dos novos inovadores, mas talvez seja o mais recente de todos. A nossa matriz nunca foi criativa, temos que mudar isso".
Ávila diz que os problemas de gargalos na infraestrutura do País e a taxa de câmbio, com o real valorizado, dificultam a inserção dos produtos brasileiros no mercado externo e, assim, não incentivam a pesquisa.
"Não podemos esquecer, contudo, que há muita tecnologia por trás de produtos básicos", disse o presidente do INPI, embora muitos especialistas afirmem que a pesquisa em produtos básicos aumenta a produtividade, não seu preço.
Carlos Gadelha, vice-presidente da Fiocruz, reconhece os avanços, mas afirma que, além do problema histórico, o País precisa avançar nos marcos regulatórios, para ampliar as parcerias entre instituições de pesquisa e empresas. Ele afirma que os tribunais de contas também precisam entender que as compras do setor são distintas e que, muitas vezes, o equipamento necessário não pode ser o mais barato
Além disso, ele lembra que faltam recursos: "O Brasil possui um déficit comercial anual em remédios de US$ 8 bilhões. Se o investimento em pesquisa triplicasse, de R$ 200 milhões para R$ 600 milhões, o déficit do setor poderia cair até 25%, ou US$ 2 bilhões. Temos que vencer a resistência dos pesquisadores, que no Brasil sempre foram muito acadêmicos. O Brasil é mais forte em ciência do que em inovação".
O forte crescimento brasileiro este ano, que pode ser superior a 7%, esconde uma dura realidade: a economia cada vez mais depende de produtos básicos, o que distancia o Brasil das potências tecnológicas. Apesar dos esforços recentes, o País ainda está em posição ruim no ranking mundial de patentes, e o crescimento das pesquisas ocorreu em velocidade menor do que nos países asiáticos, como Coreia do Sul, China e Índia. Especialistas dizem que o Brasil corre o risco de perder oportunidades nas novas fronteiras do conhecimento, caso o próximo presidente não reforce o setor.
O professor Carlos Henrique Brito Cruz, diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), cita números que comprovam que o Brasil não está ganhando posições no ranking mundial da inovação.
Em 1994, o País pediu o registro de 60 patentes no escritório americano de propriedade intelectual (USPTO, na sigla em inglês). No ano passado, foram 106 pedidos. Entretanto, a produção do País, nesses dois momentos, representou apenas 0,06% do total mundial. A Coreia do Sul saltou de uma participação de 0,93% das patentes mundiais em 1994 para 5,24% no ano passado. O mesmo se repetiu com a China, a Espanha, a Rússia e a Índia.
"Há casos bem sucedidos, principalmente em áreas como o agronegócio, em petróleo e aviação, mas o problema da inovação está por se resolver. A pesquisa ainda não é parte da estratégia empresarial brasileira. O Brasil está longe das fronteiras do conhecimento.
E o Governo não tem metas ambiciosas, como ter quatro universidades entre as cem melhores do mundo, ao contrário de apenas uma, atualmente", diz.
De acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi) , há 23 empresas que, em 2009, registraram mais patentes globais do que o Brasil. Entre as cem empresas com mais patentes registradas, nenhuma é brasileira. O mesmo se repete no ranking universitário: não há nenhuma instituição nacional entre as 52 mais produtivas do planeta.
Em 2009, pela primeira vez desde os anos 70, seis produtos básicos (soja, farelo, petróleo, açúcar, minério de ferro e carne de frango) responderam por um terço das exportações brasileiras. O peso dos manufaturados nas exportações, que sempre ficava entre 50% e 60% nos anos 90 e 2000, está desde 2007 abaixo de 50% das exportações - fechou 2009 no piso, 44,02%.
Gargalos e câmbio dificultam inovação
O presidente do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), Jorge Ávila, reconhece que o País ainda tem uma taxa de inovação abaixo de seu potencial, mas vê mudanças: "O Brasil está no time dos novos inovadores, mas talvez seja o mais recente de todos. A nossa matriz nunca foi criativa, temos que mudar isso".
Ávila diz que os problemas de gargalos na infraestrutura do País e a taxa de câmbio, com o real valorizado, dificultam a inserção dos produtos brasileiros no mercado externo e, assim, não incentivam a pesquisa.
"Não podemos esquecer, contudo, que há muita tecnologia por trás de produtos básicos", disse o presidente do INPI, embora muitos especialistas afirmem que a pesquisa em produtos básicos aumenta a produtividade, não seu preço.
Carlos Gadelha, vice-presidente da Fiocruz, reconhece os avanços, mas afirma que, além do problema histórico, o País precisa avançar nos marcos regulatórios, para ampliar as parcerias entre instituições de pesquisa e empresas. Ele afirma que os tribunais de contas também precisam entender que as compras do setor são distintas e que, muitas vezes, o equipamento necessário não pode ser o mais barato
Além disso, ele lembra que faltam recursos: "O Brasil possui um déficit comercial anual em remédios de US$ 8 bilhões. Se o investimento em pesquisa triplicasse, de R$ 200 milhões para R$ 600 milhões, o déficit do setor poderia cair até 25%, ou US$ 2 bilhões. Temos que vencer a resistência dos pesquisadores, que no Brasil sempre foram muito acadêmicos. O Brasil é mais forte em ciência do que em inovação".
terça-feira, 6 de julho de 2010
Reunião de Alinhamento - Delegação Crea JOVEM-DF
Você representante do Crea JOVEM-DF na 67ª SOEAA,
participe da Reunião de Alinhamento no dia 08/07/2010,
de 17h00 às 18h00
no Crea-DF
Adrielle Laynara Manfrin
Águida Vieira Lopes
André Luiz Oliveira Arantes
Brunno Emidio Sobrinho
Carlos Mohamed Gonzales
Eduardo Henrique Oliveira Mendes
Eraldo Antonio Bonfatti Júnior
Felipe Vilela Pinheiro
Guilherme Caetano Peron
Henrique Soares Guimarães
Jeremias Cézar Neto
Jhessica Ribeiro Cardoso
João Ricardo Passos Stefanini
Júlia Cunha Vasconcelos
Juliana Érica da Conceição Machado
Julio Cesar de Andrade
Kaio Neves de Farias
Kilmara Ramos da Cruz
Leonardo de Oliveira Neiva
Leonardo Ramos Calháo de Oliveira
Lucas Eira Fleury
Lucas José Faust Machado
Lucas Paulo Alencar Queiroz
Luciene Figueiredo Silva
Luiz Felipe Attié
Marco Antonio Jussiani Puhle
Matheus Lemos de Queiroz Monteiro
Rafael Barbosa Rios
Rafael Felipe Oliveira Teixeira Silva
Rainer Franco Marques Pereira
Renato Duarte Moreira
Rodrigo Medeiros Peixoto de Araújo
Samir Caied
Sergio Luis Machado Rodrigues da Cunha
Stéffanni Coeli de Araújo Marques
Vanderson da Silva Alves de Oliveira
Vinícius Resende Domingues
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Trainee | Engenharia Elétrica e Mecânica
AES Brasil recebe inscrições para Programa de Trainee
As distribuidoras de energia do Grupo AES Brasil – AES Eletropaulo e AES Sul – recebem inscrições até o dia 15 de julho para o Programa de Trainee 2010. Há sete vagas para o estado de São Paulo e duas para o Rio Grande do Sul. Os interessados no processo seletivo devem ter curso superior de Engenharia Elétrica, Mecânica ou de Produção, concluído entre dezembro de 2007 e junho de 2010. Além disso, é necessário ter fluência em inglês.
Os candidatos que cumprirem os requisitos realizarão provas online, incluindo um teste de inglês. Eles também participarão de dinâmica de grupo e painel com a presença de líderes da organização, além de entrevistas finais com os gestores.
O programa tem dois anos de duração e está dividido em quatro semestres. Em cada etapa, o trainee conhece uma área específica da empresa e, a cada seis meses, entrega um projeto que fará parte da sua avaliação de desempenho. Para complementar a formação, as empresas do Grupo AES também oferecem treinamentos técnicos e comportamentais. Além disso, líderes da AES atuarão como mentores dos nove candidatos selecionados, ajudando a prepará-los para ocupar cargos chave no futuro. Ao final do programa, os trainees que tiverem boa avaliação serão promovidos ao cargo de analista sênior.
As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de julho pelo site.
O processo seletivo será feito durante todo o mês de julho.
As distribuidoras de energia do Grupo AES Brasil – AES Eletropaulo e AES Sul – recebem inscrições até o dia 15 de julho para o Programa de Trainee 2010. Há sete vagas para o estado de São Paulo e duas para o Rio Grande do Sul. Os interessados no processo seletivo devem ter curso superior de Engenharia Elétrica, Mecânica ou de Produção, concluído entre dezembro de 2007 e junho de 2010. Além disso, é necessário ter fluência em inglês.
Os candidatos que cumprirem os requisitos realizarão provas online, incluindo um teste de inglês. Eles também participarão de dinâmica de grupo e painel com a presença de líderes da organização, além de entrevistas finais com os gestores.
O programa tem dois anos de duração e está dividido em quatro semestres. Em cada etapa, o trainee conhece uma área específica da empresa e, a cada seis meses, entrega um projeto que fará parte da sua avaliação de desempenho. Para complementar a formação, as empresas do Grupo AES também oferecem treinamentos técnicos e comportamentais. Além disso, líderes da AES atuarão como mentores dos nove candidatos selecionados, ajudando a prepará-los para ocupar cargos chave no futuro. Ao final do programa, os trainees que tiverem boa avaliação serão promovidos ao cargo de analista sênior.
As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de julho pelo site.
O processo seletivo será feito durante todo o mês de julho.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Crea JOVEM-DF | Reunião Junho
Participe da Reunião do Crea JOVEM-DF
Dia 17/06
Local: SGAS 901 - Conj. "D" Asa Sul Brasília-DF CEP: 70.390-010
Horário: 17h00
Assuntos da Pauta:
1- Crea JOVEM-DF
2- 67ª SOEAA
* Informações da viagem (Inscrição, hospedagem, alimentação, transporte e outros)
3-Representação do Crea JOVEM-DF na 67ª SOEAA
4-Projeto Rodas da Paz - Parceria com Crea Sênior
Força Jovem de Brasília!
Dia 17/06
Local: SGAS 901 - Conj. "D" Asa Sul Brasília-DF CEP: 70.390-010
Horário: 17h00
Assuntos da Pauta:
1- Crea JOVEM-DF
2- 67ª SOEAA
* Informações da viagem (Inscrição, hospedagem, alimentação, transporte e outros)
3-Representação do Crea JOVEM-DF na 67ª SOEAA
4-Projeto Rodas da Paz - Parceria com Crea Sênior
Força Jovem de Brasília!
Seleção Projeto SENAR/RONDON
O Instituto CNA informa que estão abertas, no período de 26 de maio a 23 de junho, as inscrições para a Seleção de Estudantes Voluntários para atuarem no Projeto SENAR/RONDON, que tem como objetivo dar oportunidades a estudantes do ensino superior de realizar ações de intercâmbio técnico e cultural como atividade extracurricular.
Os selecionados farão trabalho voluntário em escolas rurais relacionadas à sua área de formação, portanto não serão remunerados pelos projetos executados.
Não haverá taxa de inscrição.
O processo seletivo destina-se exclusivamente a estudantes universitários maiores de 18 anos das seguintes áreas: Pedagogia, Serviço Social, Agronomia, Veterinária, Enfermagem, Engenharia Civil e Zootecnia, para atuarem nos estados Bahia (BA), Distrito Federal (DF), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Pará (PA), Pernambuco (PE), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS) e Tocantins (TO).
Os interessados em participar do Processo Seletivo devem preencher o formulário abaixo e enviar também uma carta de intenções com as ações que pretendem desenvolver nas cidades, bem como uma carta de recomendação da coordenação do curso que está matriculado.
As próximas etapas devem ser acompanhadas no Canal do Produtor.
Para conhecer melhor a seleção, verifique o Edital e inscreva-se:
Os selecionados farão trabalho voluntário em escolas rurais relacionadas à sua área de formação, portanto não serão remunerados pelos projetos executados.
Não haverá taxa de inscrição.
O processo seletivo destina-se exclusivamente a estudantes universitários maiores de 18 anos das seguintes áreas: Pedagogia, Serviço Social, Agronomia, Veterinária, Enfermagem, Engenharia Civil e Zootecnia, para atuarem nos estados Bahia (BA), Distrito Federal (DF), Minas Gerais (MG), Mato Grosso do Sul (MS), Pará (PA), Pernambuco (PE), Paraná (PR), Rio de Janeiro (RJ), Rio Grande do Sul (RS) e Tocantins (TO).
Os interessados em participar do Processo Seletivo devem preencher o formulário abaixo e enviar também uma carta de intenções com as ações que pretendem desenvolver nas cidades, bem como uma carta de recomendação da coordenação do curso que está matriculado.
As próximas etapas devem ser acompanhadas no Canal do Produtor.
Para conhecer melhor a seleção, verifique o Edital e inscreva-se:
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Representantes do Crea JOVEM-DF na 67ª SOEAA
Confira aqui os representantes do
Crea JOVEM-DF
na 67ª SOEAA, que será realizada em Cuiabá/MT,
no período de 22 a 25 de agosto de 2010.
Adrielle Laynara Manfrin
Águida Vieira Lopes
Alexandre Assis Carvalho
André Luiz Oliveira Arantes
Brunno Emidio Sobrinho
Carlos Mohamed Gonzales
Eduardo Costa de Carvalho Loureiro
Eduardo Henrique Oliveira Mendes
Eraldo Antonio Bonfatti Júnior
Felipe Vilela Pinheiro
Felipe Vilela Pinheiro
Gabriela de Athayde Duboc Bahia
Guilherme Caetano Peron
Henrique Soares Guimarães
Jeremias Cézar Neto
Jhessica Ribeiro Cardoso
João Ricardo Passos Stefanini
Júlia Cunha Vasconcelos
Juliana Érica da C Machado
Julio Cesar de Andrade
Kaio Neves de Farias
Kilmara Ramos da Cruz
Leonardo de Oliveira Neiva
Leonardo Ramos C. de Oliveira
Lorena Cruzeiro Chaves
Lorena Cruzeiro Chaves
Lucas Eira Fleury
Lucas José Faust Machado
Lucas Paulo Alencar Queiroz
Luciene Figueiredo Silva
Luiz Felipe Attié
Luiz Felipe Attié
Manuele Porto Cruz
Marco Antonio Jussiani Puhle
Naiara Caroline S. Sousa
Pedro Lima Lafetá
Rafael Barbosa Rios
Rainer Franco M. Pereira
Rodrigo Medeiros P. Araújo
Rodrigo Medeiros P. Araújo
Samir Caied
Sergio Luis M. R. Cunha
Stéffanni Coeli de Araújo Marques
Suellen S. M. Moraes
Suellen S. M. Moraes
Vanderson da Silva Alves de Oliveira
Vinícius R. Domingues
Vinícius R. Domingues
Vamos Lá!
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